Tempo para se descontrair, tempo para descansar, tempo para refletir...
Boas férias!!!
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quarta-feira, 30 de julho de 2014
quarta-feira, 23 de julho de 2014
NOVIDADES
Desde hoje é que a CPLP tem um novo membro: Guiné Equatorial.
http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=4042002&seccao=CPLP
http://www.cplp.org/id-316.aspx?Action=1&NewsId=3294&M=NewsV2&PID=304
http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=4042002&seccao=CPLP
http://www.cplp.org/id-316.aspx?Action=1&NewsId=3294&M=NewsV2&PID=304
quarta-feira, 2 de julho de 2014
SOPHIA
"Quando eu morrer voltarei para buscar
os instantes que não vivi junto do mar."
Hoje é trasladado o corpo de Sophia de Mello Breyner Andresen do cemitério de Carnide para o Panteão Nacional, dez anos depois do seu falecimento, acontecido a 2 de julho de 2004.
Nascida em 1919, foi criada numa família aristocrática portuguesa e educada na moral cristã, valores que são reflexos na sua obra.
Mãe de cinco filhos, um dos quais é o escritor Miguel Sousa Tavares, em 1975 foi eleita para a Assembleia Constituinte.
Em 1964 recebeu o Grande Prémio de Poesía pela Sociedade Portuguesa de Escritores e o Prémio Rainha Sofia em 2003. Atingiu o Prémio Camões em 1999, sendo a primeira mulher portuguesa a receber o mais importante galardão da língua lusa.
A autora de "A menina do Mar", dos "Contos Exemplares" e um sem-fim de poemas, contos infantis, peças de teatro, ensaios e traduções, a namorada do mar partilha desde hoje o seu descanso com a fadista Amália Rodrigues e os escritores Almeida Garrett, Aquilino Ribeiro, João de Deus, e Guerra Junqueiro, juntamente com outros ilustres portugueses.
Vale a pena ler...
os instantes que não vivi junto do mar."
Nascida em 1919, foi criada numa família aristocrática portuguesa e educada na moral cristã, valores que são reflexos na sua obra.
Mãe de cinco filhos, um dos quais é o escritor Miguel Sousa Tavares, em 1975 foi eleita para a Assembleia Constituinte.
Em 1964 recebeu o Grande Prémio de Poesía pela Sociedade Portuguesa de Escritores e o Prémio Rainha Sofia em 2003. Atingiu o Prémio Camões em 1999, sendo a primeira mulher portuguesa a receber o mais importante galardão da língua lusa.
A autora de "A menina do Mar", dos "Contos Exemplares" e um sem-fim de poemas, contos infantis, peças de teatro, ensaios e traduções, a namorada do mar partilha desde hoje o seu descanso com a fadista Amália Rodrigues e os escritores Almeida Garrett, Aquilino Ribeiro, João de Deus, e Guerra Junqueiro, juntamente com outros ilustres portugueses.
Vale a pena ler...
õ
"camoes", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/camoes [consultado em 02-07-2014].
"camoes", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/camoes [consultado em 02-07-2014].
õ
"camoes", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/camoes [consultado em 02-07-2014].
"camoes", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/camoes [consultado em 02-07-2014].
sexta-feira, 27 de junho de 2014
OITOCENTOS ANOS DA LÍNGUA PORTUGUESA
linha
1
En'o nome de Deus. Eu rei don Afonso pela gracia de Deus rei de Portugal, seendo sano e saluo, temëte o dia de mia morte, a saude de mia alma e a proe de mia molier raina dona Orraca e de me(us) filios e de me(us) uassalos e de todo meu reino fiz mia mãda p(er) q(ue) de
linha 2
pos mia morte mia molier e me(us) filios e meu reino e me(us) uassalos e todas aq(ue)las cousas q(ue) De(us) mi deu en poder sten en paz e en folgãcia. P(ri)meiram(en)te mãdo q(ue) meu filio infante don Sancho q(ue) ei da raina dona Orraca agia meu reino enteg(ra)m(en)te e en paz.
E ssi este for
linha 3
morto sen semmel, o maior filio q(ue) ouuer da raina dona Orraca agia o reino entegram(en)te e en paz. E ssi filio barõ nõ ouuermos, a maior filia q(ue) ouuuermos agia'o ...
En'o nome de Deus. Eu rei don Afonso pela gracia de Deus rei de Portugal, seendo sano e saluo, temëte o dia de mia morte, a saude de mia alma e a proe de mia molier raina dona Orraca e de me(us) filios e de me(us) uassalos e de todo meu reino fiz mia mãda p(er) q(ue) de
linha 2
pos mia morte mia molier e me(us) filios e meu reino e me(us) uassalos e todas aq(ue)las cousas q(ue) De(us) mi deu en poder sten en paz e en folgãcia. P(ri)meiram(en)te mãdo q(ue) meu filio infante don Sancho q(ue) ei da raina dona Orraca agia meu reino enteg(ra)m(en)te e en paz.
E ssi este for
linha 3
morto sen semmel, o maior filio q(ue) ouuer da raina dona Orraca agia o reino entegram(en)te e en paz. E ssi filio barõ nõ ouuermos, a maior filia q(ue) ouuuermos agia'o ...
Eis as primeiras palavras escritas numa língua que se tem espalhado pelo mundo e que, como diz o Manifesto 2014 inserto no jornal Público, "É uma forma de sentir e de lembrar; um registo, arca de muitas memórias;
um modo de pensar, uma maneira de ser – e de dizer. É espaço de
cultura, mar de muitas culturas, um traço de união, uma ligação. É
passado e é futuro; é história. É poesia e discurso, sussurro e
murmúrios, segredos, gritaria, declamação, conversa, bate-papo,
discussão e debate, palestra, comércio, conto e romance, imagem,
filosofia, ensaio, ciência, oração, música e canção, até silêncio. É um
abraço. É raiz e é caminho. É horizonte, passado e destino".
Hoje são comemorados oitocentos anos do mais antigo documento oficial conhecido em língua portuguesa, o Testamento de Dom Afonso II, terceiro rei de Portugal, datado de 27 de junho de 1214, descoberto em 1973 e publicado pela primerira vez em 1979 pelo Padre Avelino Jesus da Costa. Deste texto existem dois exemplares, enviados ao arcebispo de Braga e ao arcebispo de Santiago.
Afonso II de Portugal, "o Gordo", filho de D. Sancho I de Portugal e de D. Dulce de Aragão, nasceu em Coimbra a 23 de abril de 1185 e faleceu em Santarém a 25 de março de 1223, tendo sido sepultado no Mosteiro de Alcobaça.
O Testamento de 1214 juntamente com a Notícia de Torto (datada entre 1211 e 1216, na qual são referidas "as malfeitorias de que foi injustamente vítima Lourenço Fernandes da Cunha") e com a Notícia de Fiadores de 1175 recentemente descoberta, aparecem como os documentos originais mais antigos escritos em português.
terça-feira, 3 de junho de 2014
PORTUGUÊS É...
... atravessar fronteiras, diversão apaixonante,
é um mar de saudades por descobrir,
é, com certeza, a beleza do difícil da língua,
é um abraço de cultura e é um sorriso
e um abraço sincero de amizades
é um mar de saudades por descobrir,
é, com certeza, a beleza do difícil da língua,
é um abraço de cultura e é um sorriso
e um abraço sincero de amizades
que rumam qual cegonha peregrina para um futuro desconhecido,
é uma lágrima descida de olhos claros
que valoriza todo o que nestes seis anos temos vivido,
é o carreiro até a sombra do nosso sobreiro,
é um presunto extremenho com cheiro de fado
a baloiçar no ar salgado das ondas do mar
com sons atlánticos de gaita galega.
Português sou eu, és tu, somos nós e todo o carinho que te professamos
com os nossos cinco sentidos.
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